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Confira aqui as principais notícias sobre a Construtora Alavanca e sobre o mercado imobiliário.

01/1/2014 Projeto do Edifício Paris contempla todos os pré-requisitos do Selo Casa Azul Caixa

O projeto do Condomínio Paris, parte do complexo Ville de France, da Construtora Alavanca, já atende todos os pré-requisitos obrigatórios – e até outros, não obrigatórios – necessários para conquistar o Selo Casa Azul Caixa – Categoria Ouro.

O Selo Casa Azul é outorgado pela Caixa aos empreendimentos que cumprem a uma série de critérios ligados à redução de riscos ambientais e das despesas assumidas pelos seus usuários. Atualmente, apenas cinco empreendimentos no Brasil – nenhum deles em Sorocaba – possuem esse reconhecimento.

Ao longo desse período, a Caixa fará vistorias para comprovar se os requisitos exigidos estão sendo cumpridos. Uma vez atendidos, o selo é concedido. A previsão é que em trinta meses as obras do Condomínio Paris estejam concluídas.

Para Fernando Stecca Filho (foto), fundador da Construtora Alavanca, a possibilidade dessa conquista é vista com muito entusiasmo pela empresa. “A Alavanca, em seus 40 anos de existência, sempre se pautou a partir de valores absolutos, dos quais não abrimos mão”, explica. “Um desses pilares é o respeito que temos aos nossos clientes, demonstrado nas relações absolutamente transparentes que fazemos questão de manter com todos e na qualidade das obras que construímos”, destaca. “Para nós, a conquista do Selo Casa Azul Caixa representará o reconhecimento desse trabalho e a certeza de que estamos trilhando o melhor caminho”, finaliza. Fernando Stecca Filho dirige a empresa ao lado de Fernando Stecca Neto, Cláudia Stecca e Elias Stefan Júnior.



Localizado no Campolim, o Condomínio Paris é um conjunto de seis prédios de 18 andares cada, além do pavimento térreo, com apartamentos que variam de 50 a 59 metros quadrados. A disposição das torres foi um dos pontos avaliados pela comissão do Selo Casa Azul. A distância entre elas é de 9,50 metros, o que favorece a ventilação, iluminação e climatização nos apartamentos. O empreendimento está ao lado de uma área verde preservada de 20 mil metros quadrados.


Selo Casa Azul


Segundo a Caixa, o Selo Casa Azul é o primeiro sistema de classificação da sustentabilidade de projetos imobiliários lançados no Brasil e foi desenvolvido dentro da realidade da construção habitacional brasileira, buscando soluções adequadas à realidade local e que otimizem o uso dos recursos naturais e dos benefícios sociais. Ainda de acordo com a instituição, o certificado busca reconhecer os projetos de empreendimentos que demonstrem suas contribuições para a redução de impactos ambientais.


Estímulo às construtoras e incorporadoras


O selo é um estímulo às construtoras e incorporadoras para que aproveitem ao máximo as condições bioclimáticas e geográficas locais; diminuam o impacto ambiental e a geração de resíduos; garantam a existência de áreas permeáveis e arborizadas; e adotem técnicas e sistemas que propiciem o uso eficiente de água e energia. A habitação, segundo os critérios do selo, também deve ser duradoura e adaptar-se às necessidades atuais e futuras dos usuários, criando um ambiente interior saudável e proporcionando saúde e bem-estar aos moradores.


Critérios rígidos

As categorias e os critérios avaliados pelo Selo Casa Azul Caixa se dividem em seis grandes grupos: qualidade urbana, projeto e conforto, eficiência energética, conservação de recursos materiais, gestão da água e práticas sociais. Estes, por sua vez, subdividem-se em 18 itens obrigatórios e 18 não-obrigatórios, no caso da Categoria Ouro. O Condomínio Paris atendeu a todos os requisitos.

A metodologia do selo foi desenvolvida por uma equipe técnica da Caixa com grande experiência em projetos habitacionais e em gestão para a sustentabilidade. Um grupo multidisciplinar de professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade Estadual de Campinas atuou como consultor; organizando, inclusive, um workshop que contou também com a participação de entidades representativas do mercado.

Mais informações à Imprensa:Assessoria de Imprensa – Sérgio Said – (15) 3202-3515 (15) 9133-8035 – szscom@uol.com.br

01/1/2014 Construtora Alavanca é classificada como nível A

A Construtora Alavanca obteve classificação máxima (Rating A) na Gerência de Risco de Crédito (Geric) da Caixa. O Geric é um sistema de categorização que atesta a capacidade econômica e financeira das empresas.

No caso das empresas que atuam na área da construção civil, a análise é mais complexa. O nível A, por exemplo, significa que o risco dos créditos eventualmente tomados pela empresa é classificado como nulo.

“Acreditamos que essa classificação endosse ainda mais a confiança que conquistamos junto ao mercado, especialmente com os nossos clientes, ao longo dos 40 anos de existência desta empresa”, explica Fernando Stecca Neto, diretor da empresa.

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01/1/2014 Profissionais de diversas áreas frequentam cursos para aprender técnicas da construção civil

Profissionais de diversas áreas frequentam cursos para aprender técnicas da construção civil

Empresários, investidores, donas de casa e até advogados têm frequentado cursos de formação de mestre de obras, azulejistas, aplicador de gesso, decorador, paisagista e instalador hidráulico. Os objetivos desses alunos vão desde dominar as técnicas necessárias para construir ou reformar suas próprias residências ou, no caso dos investidores, entender como funciona a parte operacional das construções para maximizar seus lucros.

Ao lado deles, tanto nas aulas práticas quanto nas teóricas, encontram-se dezenas de profissionais que efetivamente trabalham na construção civil. Segundo o Instituto da Construção, onde estudam, a proporção entre os dois grupos é de, aproximadamente, 50%. A Construtora Alavanca, por exemplo, frequentemente custeia cursos de qualificação para seus funcionários. “Entendemos que um dos principais componentes para que o nosso produto final tenha qualidade é a capacitação da nossa mão de obra”, diz Marcos Fialho, gerente do Departamento de Engenharia da Construtora Alavanca.

Fundado em 2011 a partir da percepção de que no Brasil havia um déficit de 250 mil profissionais da construção civil, o Instituto da Construção é uma franquia que tem unidades instaladas em diversas cidades brasileiras. Em Sorocaba, desde fevereiro de 2013, já passaram mais de 300 alunos, segundo conta um dos seus diretores, Célio Amaro da Silva.

De acordo com Célio, a escola oferece os cursos de eletricista instalador, aplicador de gesso acartonado, instalador hidráulico, pintor de obras, mestre de obras, instalador de alvenaria, assentador e revestidor, azulejista, decorador, paisagista, jardineiro e oficial de manutenção predial. “Todos os programas têm quatro módulos básicos: meio ambiente, organização financeira, NR 18 e primeiros-socorros”, explica. “Depois, vêm as aulas teóricas e práticas, que permitirão a qualificação específica. Elas são ministradas durante a semana, à noite, e aos sábados, pela manhã.”

Atento às mudanças da legislação, o Instituto da Construção já qualifica para a Norma Regulamentadora 35 (NR 35), que estabelece os parâmetros obrigatórios para o trabalho em grandes alturas, em vigor desde o segundo semestre de 2013. “Vários profissionais já se capacitaram neste sentido. Muitos deles pertencem aos quadros da Construtora Alavanca”, conta Célio.

“Após frequentar cursos e treinamentos, os colaboradores voltam mais qualificados e com uma nova visão tanto sobre a profissão quanto sobre a vida”, pondera Marcos, da Construtora Alavanca. “Por isso, investimos maciçamente nessa área. Sabemos que muitos erros cometidos são por falta de conhecimento das consequências diretas e indiretas.”

Os cursos do Instituto da Construção têm durações variadas e suas mensalidades médias situam-se na casa dos R$ 180. Para se inscrever, os interessados podem entrar em contato com a secretaria da escola, localizada na Rua Sylvio Romero, 275, Jardim Paulistano; pelo telefone (15) 3034-3255 ou pelo e-mail sorocaba@institutodaconstrucao.com.br.

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01/1/2014 Novas técnicas e tecnologias permitem encurtar o prazo das obras em até 40%

O crescimento do mercado imobiliário no Brasil forçou o mercado a desenvolver e aplicar novas técnicas e tecnologias. O emprego dessas inovações fez com que o prazo médio das construções fosse reduzido em, aproximadamente, 40%, como revela Marcos Fialho, gerente do Departamento de Engenharia da Construtora Alavanca.

Um dos equipamentos recém-lançados é o alicate para amarrar vergalhão. Seu emprego equivale ao trabalho de seis profissionais – que, por sinal, estão em falta no mercado. As antigas betoneiras, por exemplo, estão sendo substituídas por silos, nos quais o concreto é preparado e armazenado em grande quantidade. “Ganhamos, com o uso dos silos, quatro homens por dia”, conta Marcos

Existem máquinas próprias capazes de aplicar massa corrida em jatos. Outras permitem pintar paredes em questão de minutos, sem pingar resíduos no chão – são minicompressores portáteis. Na fase da pintura, por sinal, o uso de pernas mecânicas também ajuda a eliminar a utilização de escadas. “Fomos a primeira construtora na região a adotar o uso desse elemento”, lembra Marcos.

Existem muitos outros equipamentos modernos, como as perfuratrizes para blocos, que eliminam a necessidade de quebrar as paredes para instalar caixas e conduítes que acomodam os fios elétricos; e os prumos a laser, que evitam os terríveis desaprumos. Marcos explica a que isso equivale na prática: “Hoje, com o uso dessa tecnologia a laser, os revestimentos externos têm um centímetro de material. Antes, podiam variar de três centímetros, quando a mão de obra era extremamente qualificada, até 20.”

Lajes prontas, outra técnica relativamente nova no mercado, também estão sendo utilizadas em uma das obras da Construtora Alavanca, reduzindo o tempo de preparação e instalação de três dias para meio dia.

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01/1/2014 Iniciativa impediu que oito mil toneladas de entulho aumentassem o passivo ambiental de Sorocaba

Há dois anos e meio, a Construtora Alavanca teve uma iniciativa inédita na cidade: adquiriu uma usina de processamento de entulhos. Desde então, mais de sete mil metros cúbicos – o equivalente a mais de oito mil toneladas de material, como pedaços de blocos de cimento e resíduos de argamassa – foram convertidos em areia e pedra reaproveitáveis.

Para se ter dimensão do volume, uma única obra (mesmo bem administrada) gera entre sete e oito caçambas de entulho por semana. “Além de não prejudicar o meio ambiente, conseguimos uma economia de, aproximadamente, R$ 300 mil com o reaproveitamento das sobras, além de melhores condições de limpeza e higiene no canteiro de obras”, revela Marcos Fialho, gerente do Departamento de Engenharia da Construtora Alavanca.

A tecnologia aplicada tem atraído a atenção de outras construtoras, inclusive algumas de bastante renome e sediadas na capital paulista. O processo não é complicado. Basicamente, os entulhos são transportados por meio de dutos que ligam os pavimentos superiores da obra até a base, onde fica o moinho que os tritura até transformar tudo em areia e pedra.

A areia serve para ser aplicado em caixas de esgoto e para regularizar pisos e calçadas, por exemplo. A pedra é utilizada em partes não estruturais, como lastro de concreto para caixas de esgoto, calçadas, drenos e outros serviços.

Segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), por ano, são recolhidas oficialmente em torno de 33 milhões de toneladas de entulho – material suficiente para construir quase 500 mil casas populares de 50 metros quadrados cada. Levando em consideração o preço do Custo Unitário Básico (CUB) médio brasileiro da construção, algo em torno de R$ 1 mil, são cerca de R$ 26 bilhões. Este valor pode ser ainda mais alto, já que a própria Abrecon admite que a quantidade descartada é muito maior do que a oficial.

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01/1/2014 Construtora Alavanca foi a única representante de Sorocaba no Prêmio Seconci-SP

A Construtora Alavanca foi a única representante de Sorocaba selecionada a participar do Prêmio Seconci-SP, que aglutina as empresas que mais se destacaram nos quesitos de saúde e segurança do trabalho na construção civil. O evento aconteceu no dia 23 de setembro, às 20 horas, no Teatro GEO (Instituto Tomie Ohtake), em São Paulo.

A empresa sorocabana concorreu na categoria Controle de Perigos e Riscos e foi representada por Marcos Alberto Bezerra Fialho, gerente do Departamento de Engenharia; engenheiro Paulo Roberto Moraes; e dos técnicos em segurança do trabalho, Aline Bueno e Rubens Rodrigues Reis Júnior. Além dessa categoria, o prêmio também contemplava outras três: Campanhas Motivacionais em Saúde e Segurança do Trabalho, Prevenção e Orientação em Saúde Ocupacional, e Inovação em Segurança do Trabalho.

Em 2013, o Prêmio Seconci-SP recebeu, se comparado à primeira edição, um incremento de 50% no número de inscrições de construtoras de todo o Estado de São Paulo. Este resultado é fruto do reconhecimento e da seriedade que todo o processo e metodologia desta iniciativa pioneira pode proporcionar às empresas que mais investem nas melhores práticas relacionadas à saúde do trabalhador.

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01/1/2014 Crescimento imobiliário deverá ser ainda maior em 2014

Crescimento imobiliário deverá ser ainda maior em 2014

Se o crescimento imobiliário constatado em Sorocaba nos últimos anos já impressionou, em 2014 deverá surpreender. Prova disso é que a Construtora Alavanca já se prepara para mais que dobrar o número de colaboradores, passando dos atuais 550 para, aproximadamente, 1.200 nos próximos meses.

Segundo Fernando Stecca Neto, diretor da empresa, em dezembro serão iniciadas as obras do Eco Park, um complexo com 360 unidades, que exigirá a contratação de, no mínimo, 200 trabalhadores da construção civil. Em 2014, iniciam-se outras importantes obras da Construtora Alavanca. Juntas, elas totalizarão mais de 1.300 unidades habitacionais e comerciais e deverão absorver mais de 500 profissionais.


Injeção de 23 milhões na economia local, só em salários


Considerando o ganho médio mensal de um trabalhador operacional da construção civil, que se situa na casa dos R$ 2.500, a economia de Sorocaba terá a injeção de quase 23 milhões de reais por ano, levando-se em conta apenas os proventos mensais e o 13º salário, projeta Marcos Fialho, gerente do departamento de Engenharia da Construtora Alavanca.


Secovi


Segundo estimativas de Cláudio Bernardes, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) em 2014 o mercado imobiliário deverá melhorar, com possíveis incentivos do governo federal para o setor. "A economia deve ir razoavelmente bem, mesmo que com incentivos artificiais".

Recentemente, Bernardes considerou que o crescimento do mercado depende da capacidade de equilíbrio entre oferta e demanda. Pelo lado da demanda, o presidente do Secovi-SP vê condições positivas, dada a falta de moradias associada ao crescimento da população, aumento na expectativa de vida e formação de novos arranjos familiares. "Hoje, nós produzimos 1,1 milhão de moradias por ano. Para atender a demanda na próxima década, vamos precisar construir 1,9 milhão", estimou, citando a conjuntura nacional.

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01/1/2014 Construção civil passa pelo mesmo processo evolutivo que a indústria viveu há 50 anos

A construção civil brasileira vive um momento importante em sua história. “Esta é a primeira vez que as empresas do setor se estruturam organizacionalmente de uma forma similar às indústrias”, afirma Marcos Fialho, gerente do departamento de Engenharia da Construtora Alavanca. “A diferença é que, na indústria, esse processo ocorreu há 50 anos.”

Mas que mudanças são essas? Fialho destaca como marcantes os investimentos na criação e manutenção de setores como Recursos Humanos, Qualidade, Treinamento e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), por exemplo. “Aqui, na Alavanca, acompanhamos atentamente as novas tecnologias e equipamentos que surgem nos mais avançados centros mundiais”, conta. “Adotamos aquelas que consideramos úteis”, diz, referindo-se ao grupo de técnicos da empresa incumbidos de aceitar novas práticas. “Hoje, com as novas tecnologias, o prazo de entrega de uma obra reduziu-se em, aproximadamente, 40%. E o que é melhor: com mais qualidade e segurança.”

Treinar é preciso. Fialho revela que a Construtora Alavanca investe maciçamente em programas de capacitação da sua mão de obra. Além dos cursos, palestras e visitas voltados à área técnica, os últimos treinamentos tiveram um foco diferente: estimular o bom relacionamento entre os funcionários, outra prática comum nas indústrias. “Muitas vezes, o profissional que atua em um determinado setor não compreende as necessidades e dificuldades do colega que trabalha em outro”, exemplifica. “Na ânsia de desempenhar bem o seu papel, pequenos conflitos acabam acontecendo e, se a compreensão do contexto organizacional não estiver clara, eles podem se tornar grandes problemas”, reflete.

A Construtora Alavanca, segundo seu gerente de engenharia, está investindo nesse tipo de cursos tendo em vista o crescimento do seu quadro de colaboradores. “Atualmente, temos 550 trabalhadores. Até o final do ano, esse contingente deverá crescer mais 40% e, em 2014, acreditamos que nosso quadro total atingirá a marca de 1.200 profissionais”, projeta.

Na indústria, o setor de qualidade é outro componente organizacional indispensável. “Há muito tempo, as indústrias se preocupam em obter selos que garantem, perante seus clientes, suas boas práticas e a qualidade dos seus produtos”, pondera Fialho. “Na construção civil, somente agora essa preocupação se tornou latente.”

Quem entende sobre as exigências necessárias para a obtenção dos selos de qualidade – ao menos, os conferidos por instituições de reputação inquestionável – sabe a gama de procedimentos que devem ser adotados. “Quem se beneficia desse processo é, indiscutivelmente, o cliente final”, reforça Marcos Fialho.

Outro setor que tem merecido atenção especial nas construtoras é o de Recursos Humanos (RH). “Deixamos de ter um Departamento Pessoal, que, por definição, tem visão mais restrita ao cumprimento das exigências legais, para criarmos, há alguns anos, o Departamento de Recursos Humanos, que procura estabelecer e acompanhar a execução de políticas que valorizem, acolham e agreguem valores aos nossos colaboradores.”

De acordo com Marcos Fialho, as principais construtoras do País já se moldaram a essa nova forma de entender, gerenciar e manter seus negócios. Apesar de ambas pertencerem ao mesmo setor da economia – o secundário –, o que deu e dá certo na indústria não pode se tornar uma referência cega na construção civil.

“A construção civil é artesanal”, resume o gerente do departamento de Engenharia da Construtora Alavanca. “Enquanto na indústria os trabalhadores ficam postados, quase estáticos, em suas células de trabalho e o produto corre pela linha de produção, na construção civil o produto é, sem trocadilhos, imóvel e são os trabalhadores que ‘correm’ pelo canteiro de produção”, finaliza.

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01/1/2014 Alavanca marca presença em evento de alta tecnologia

No último dia 10, a Autodesk, empresa líder mundial na produção de softwares uitilizados na elaboração de projetos tridimensionais para as áreas de engenharia, construção civil, manufatura, entretenimento, recursos naturais e infraestrutura civil realizou um evento para divulgar a tecnologia BIM (Building Information Modeling). A Construtora Alavanca, primeira da região a investir nesse recurso tecnológico, participou do encontro e foi representada pelo engenheiro Maicon Augusto Tambelli.

Segundo Maicon o BIM é baseado na construção de modelos virtuais que possibilitam a troca de informações entre toda a cadeia da construção civil, desde fornecedores até o cliente final. “O governo está disponibilizando recursos para a implantação desta tecnologia e será criado um portal, com apoio do Exército Brasileiro e da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), para a padronização e criação de norma técnica para as bibliotecas”, adiantou.

Atualmente, as forças armadas brasileiras utilizam, em alguns de seus projetos, essa tecnologia, sobretudo para execução de projetos em 3D, com a compatibilização entre arquitetura, estrutura, instalações. Assim, e com o uso desse recurso tecnológico, conseguem minimizar os problemas decorrentes de interferências entre os estudos.


Sobre a tecnologia:


O BIM pode ser utilizado durante todo o ciclo de vida do empreendimento, incluindo a concepção, construção, gerenciamento e manutenção, pois abrange geometria, relações espaciais, informações geográficas, quantidades e as propriedades de construção. Dessa forma, o BIM permite a troca de informações de cada componente do projeto, aumentando a produtividade e reduzindo erros de compatibilização.

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01/1/2014 Mulheres nas alturas

Segundo pesquisa feita por cientistas de uma universidade norte-americana, mulheres são mais emocionalmente estáveis do que os homens. Seguindo essa linha, a Construtora Alavanca deu preferência à capacitação de pessoas do sexo feminino para operar elevadores de cremalheira e gruas na construção das edificações da empresa.

A ideia surgiu em 2011, durante a construção de um empreendimento, ocasião em que foi percebida a necessidade do treinamento de operadores para elevador de cremalheira. O equipamento é responsável por mover cargas e pessoas em obras civis e industriais, utilizando o sistema de pinhão acionado por um ou mais moto-freios, chegando a, aproximadamente, 25 metros de altura. “Sugeri que fosse priorizada a habilitação de mulheres por elas serem mais cautelosas, zelosas, cuidadosas e atenciosas”, explicou Alisson Gouveia, engenheiro civil da Alavanca. “Quando são submetidas a situações de estresse, elas conseguem lidar melhor com o acontecimento do que os homens”, completou.

Há dois meses, outro curso foi realizado e, agora, a altura aumentou consideravelmente: os operadores de gruas – equipamento do tipo guindaste, com capacidade de transportar grandes quantias de carga – trabalham em até 70 metros de altura. Mais uma vez, quem se destacou na formação foi uma mulher, a corajosa Ana Cláudia Vieira de Souza (FOTO). “Sempre gostei de altura, então, assim que me chamaram, eu aceitei a tarefa”, contou Ana. “Pude perceber que, apesar de ser um equipamento utilizado na construção civil, ele é bem delicado, exige muita atenção e cuidado no manuseio, é uma grande responsabilidade”, explicou.

Por falar em altura, pode-se dizer que a carreira de Ana Cláudia deu um grande salto nos últimos anos. A moça, que entrou na empresa como auxiliar de limpeza, dentro de poucos meses passou a exercer a função de operadora de cremalheira. Hoje, ela maneja a grua e viu seu salário dobrar. “A empresa viu em mim um potencial, a chance surgiu e eu a agarrei”, declarou. “Alcançar o reconhecimento profissional é muito gratificante.”

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01/1/2014 Orientação é o caminho para se chegar a uma solução

Não julgar e sim ajudar: esse foi um dos pontos abordados durante a palestra sobre drogas que aconteceu no dia 25 de outubro, na construção do empreendimento Boulevard Alavanca. Mais de 140 colaboradores da construtora puderam aprender mais sobre o tema, que foi exposto por Alexandre Migliorini, da C-TES – Clínica Terapêutica Especializada.

“A dependência química é um transtorno cerebral como qualquer outro problema psiquiátrico ou neurológico. As características hereditárias e os fatores psicossociais, culturais e ambientais podem desempenhar um papel importante nesse processo”, explicou o palestrante, que completou: “De cada 10 pessoas que buscam recuperação, após um ano, apenas uma consegue reverter o quadro. Por isso é importante tomar cuidado com as festas, com as bebidas e com as pessoas com quem você ou alguém de sua família convive. Pode ser um caminho sem volta”.

Segundo Marcos Fialho, coordenador de Engenharia da Alavanca, pessoas com dependência química são comuns de encontrar em obras. “Firmamos uma parceria com a C-TES. Assim, se algum colaborador sentir vontade de procurar ajuda, a busca pelo tratamento é facilitada”, comentou.

Alexandre encerrou sua palestra contando sua história de vida e seu contato desde a infância com as drogas – convívio que o levou a situações extremas. Hoje, ele dedica sua vida a orientar as pessoas para que não cometam o mesmo erro.

“Estamos preocupados com a qualidade de vida da nossa equipe e dos seus familiares. Infelizmente, as drogas são grandes problemas na sociedade atual. Orientar as pessoas é um

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01/1/2014 Ação de prevenção ao diabetes acontecerá nos canteiros de obras da Construtora Alavanca

Por meio de parceria estabelecida com o Seconci-SP (Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo) a Construtora Alavanca iniciou um programa de esclarecimentos e diagnóstico do diabetes junto aos seus colaboradores que trabalham nos canteiros de obras. A primeira ação aconteceu neste dia 4 de dezembro.

Os 160 colaboradores lotados no empreendimento Boulevard Alavanca Business & Care (Rua Bernardo Guimarães, 105, Vergueiro) receberam a visita da equipe do Seconci na quarta-feira, 4/12, das 6 às 7 horas, quando assistiram a uma palestra sobre os riscos da patologia, como cuidar da saúde quando se é diabético, além de poderem participar dos testes que medem o nível de glicemia no sangue, com resultados divulgados no mesmo instante.

No dia 10 será a vez dos 250 trabalhadores que ficam no Varanda Ville (Av. Elias Maluf, na altura do 3.500, Wanel Ville) receberem a iniciativa e, finalmente, no dia 11, os 60 funcionários que atuam na construção do Estilo Alavanca Residencial (Rua Achilles Campolim, 63, Vergueiro) irão participar.

“O cuidado com a saúde dos colaboradores é compreendido como fundamental na Alavanca”, destaca Marcos Fialho, gerente do Departamento de Engenharia da construtora. “Em dezembro, possivelmente logo após o dia 16, deveremos trazer para nossos canteiros de obras a unidade móvel odontológica do Seconci, onde os funcionários poderão ser atendidos em consultas e até realizar pequenos procedimentos, como obturações dentárias, por exemplo”, revela.

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01/1/2014 Seconci e Construtora Alavanca promovem testes de glicemia em canteiros de obras

Seconci e Construtora Alavanca promovem testes de glicemia em canteiros de obras

Uma parceria estabelecida entre o Seconci-SP (Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo) e a Construtora Alavanca permitiu a centenas de profissionais da construção civil saberem se eram ou não portadores de diabetes. Isso foi possível graças a testes de glicemia oferecidos de graça nos canteiros de obras onde trabalham.

A primeira ação aconteceu no dia 4 de dezembro no empreendimento Boulevard Alavanca Business&Care. Lá, os 160 funcionários da construtora submeteram-se ao teste, cujos resultados foram divulgados no mesmo instante. No dia seguinte, a atividade foi realizada no Varanda Ville, onde trabalham cerca de 250 operários e na manhã do dia 11, foi a vez da equipe que atua no empreendimento Estilo Alavanca Residencial, formada por, aproximadamente, 60 trabalhadores.

Segundo Maria Aparecida Bertholino, que coordenou a equipe da ETEC Rubens de Faria e Souza, responsável pelo preenchimento dos formulários, coleta de material e aplicação dos testes de glicemia, a atividade realizada em um canteiro de obras é inédita e muito importante. “Aqui, no local de trabalho desses profissionais, a adesão é bem maior”, salientou. “Além disso, para os nossos estudantes (a coleta e os testes foram aplicados por, aproximadamente, 15 alunos do curso Técnico em Enfermagem) o contato com a comunidade é muito importante para sua formação”. No Estilo Alavanca Residencial, por exemplo, foi identificado um caso onde a taca de glicemia foi de 317 (o normal é entre 70 e 99mg/dl). “Orientamos a pessoa para que procurasse um médico”, contou Maria Aparecida.

Acompanhando a ação estavam a enfermeira Ivone Maria Silva e Ester de Matos Gonçalves, ambas do Seconci. “Esta foi a primeira vez que realizamos este tipo de atividade em um canteiro de obras”, revelou Ester. Segundo ela, isto é apenas o início de um trabalho mais amplo, que deverá oferecer palestras de educação e orientação no sentido de prevenir, controlar e tratar o diabetes.

Um dos muitos trabalhadores que se submeteram ao teste foi o haitiano Jean Claud, que integra a equipe lotada no Varanda Ville. Há três anos no Brasil, ele é portador de diabetes. “Descobri a doença a pouco tempo, mas me trato e tomo remédio todo dia”, contou.

Já Donizete Bezerra Domingo, que trabalha na Alavanca desde 2006 e atualmente estáno Varanda Ville, confirmou que não possui a doença. “É muito bom poder fazer o teste aqui, no trabalho”, disse. “Se deixar para fazer fora, a gente acaba não fazendo”, confessou.

“O cuidado com a saúde dos colaboradores é compreendido como fundamental na Alavanca”, destaca Marcos Fialho, gerente do Departamento de Engenharia da construtora. “Em dezembro, possivelmente logo após o dia 16, deveremos trazer para nossos canteiros de obras a unidade móvel odontológica do Seconci, onde os funcionários poderão ser atendidos em consultas e até realizar pequenos procedimentos, como obturações dentárias, por exemplo”, revela.

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01/1/2014 Trabalhadores enfrentam onda de calor com cuidados e atenção redobrados

Trabalhadores enfrentam onda de calor com cuidados e atenção redobrados

Sorocaba enfrenta um dos verões mais intensos dos últimos anos. Se dentro das lojas e dos escritórios já é difícil trabalhar com as altas temperaturas verificadas, imagine nos canteiros de obras. Nesses locais, a orientação é proteger a pele (rosto, braços, mãos e, principalmente, a nuca), os olhos e beber muita água.

“Estabelecemos intervalos de 15 minutos para que os trabalhadores possam se hidratar e descansar sob a sombra”, conta o engenheiro civil Alisson Gouveia Batista, que lidera uma equipe de, aproximadamente, 90 funcionários na obra Condomínio Paris, da Construtora Alavanca, localizada às margens da Rodovia Raposo Tavares, na região do Campolim.

Alisson trabalha em obras há doze anos, três dos quais na cidade de Palmas, no Tocantins. “O calor que temos sentido aqui em Sorocaba começa a se aproximar ao de lá”, garante . “A diferença é que em Palmas o ar é mais seco e, consequentemente, a sensação térmica é maior”, compara.

Em diversos pontos das obras do Condomínio Paris há galões com protetor solar. Apesar de ser uma exigência legal estabelecida há cerca de três anos, nem é preciso exigir que os trabalhadores utilizem o produto. “Eles próprios sabem da importância e reaplicam o protetor diversas vezes ao dia e têm consciência dos riscos que os raios ultravioletas representam à saúde”, relata Alisson.

Além do protetor solar, os trabalhadores da construção civil que atuam na Construtora Alavanca usam ‘toucas árabes’, que protegem a cabeça e a pele da nuca, região onde o efeito do sol é mais intenso; camisetas com mangas compridas; bonés e chapéus (sob o capacete obrigatório) e bebem muita água. “Orientamos para que ingiram dois litros de água por dia”, diz Alisson. “Em dias nublados, redobramos nossa atenção nesse sentido, pois sem o sol à vista, muitos esquecem que o calor continua e o cuidado deve ser mantido”.

Os óculos com lentes escuras também são muito importantes. “Eles servem não apenas contra os raios ultravioletas, mas para que o trabalhador não sinta as mudanças bruscas de luminosidade quando se desloca de uma área escura para outra muito clara”, conta o engenheiro. “Essas mudança repentinas de intensidade de luz, assim como o reflexo do sol no cimento de uma laje, por exemplo, podem causar vertigens”, explica.

Todos esses cuidados adotados na Construtora Alavanca resultaram em um índice bastante positivo. “Durante estes dias de calor intenso, não registramos um único caso onde um de nossos colaboradores passasse mal por conta das altas temperaturas”, comemora Alisson.

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01/1/2014 Grua iluminada com as cores da bandeira da França vira atração em Sorocaba

Grua iluminada com as cores da bandeira da França vira atração em Sorocaba

Desde o final de novembro do ano passado, quem passa à noite pela Rodovia Raposo Tavares, no trecho entre o Lajeado e o Campolim, pode contemplar um festival de luzes brancas, azuis e vermelhas, resultado de oito mil lâmpadas de LED, instaladas em uma das gruas da obra do Condomínio Paris, da Construtora Alavanca.

A ideia surgiu da Diretoria como forma de divulgar o lançamento do Residencial Ville de France (por isso as cores da bandeira da França) e pela proximidade do Natal. Desde então, a novidade se transformou em atração para quem passa pelo local. “Muitos param aqui para tirarem fotografias”, conta o engenheiro civil Alisson Gouveia Batista, responsável pela obra. “Por isso, a diretoria da Construtora Alavanca decidiu manter a iluminação por mais alguns meses”, revela.

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01/1/2014 Mercado imobiliário em alta em Sorocaba

Nos últimos anos, o mercado imobiliário em Sorocaba apresentou um grande crescimento, tanto em número de unidades lançadas quanto em valorização. Um dos destaques é a Zona Oeste da cidade, segmento altamente convidativo para construtoras, compradores e investidores. Os imóveis localizados nessa região chegaram a atingir 150% de valorização nos últimos cinco anos, tornando-se bons investimentos.

Um das empresas atraídas pelo próspero momento da região foi a Construtora Alavanca, que há um ano e meio iniciou a construção do condomínio residencial Varanda Ville. Segundo Paulo Roberto Moraes, engenheiro responsável pelo empreendimento, nos primeiros três meses de obras, 50% dos apartamentos já haviam sido reservados e, em um ano, esse número atingiu 70%. “A oito meses da entrega, das 310 unidades disponibilizadas, 95% já foram vendidas”, comemora.

A grande procura pode ser atrelada aos fatos de a Zona Oeste ser uma das que mais crescem na cidade e de os imóveis, consequentemente, acompanharem esse desenvolvimento. De acordo com Alexandre Oliveira, diretor comercial da AE Patrimônio, empresa responsável pela comercialização dos apartamentos do Varanda Ville, quem comprou um apartamento do Varanda Ville ainda na planta desembolsou entre R$ 110 e R$ 115 mil. Hoje, na fase final, ele custa R$ 160 mil. “Se continuar nesse ritmo, acredito que, em cinco anos, os apartamentos atinjam o valor de R$ 220 mil”, prevê o diretor.

Alexandre dá uma dica para quem pretende investir em imóveis na planta: “Antes de comprar, visite o estande de vendas, veja o decorado e também conheça bem o bairro, se o empreendimento está bem localizado e se atende suas necessidades de transporte, comércio e segurança. No caso do Varanda Ville, por exemplo, a localização privilegiada ao lado de supermercados, farmácias e escolas, contribuiu para a valorização do empreendimento”.

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01/1/2014 Construtora Alavanca cria grupo de corrida para colaboradores

Construtora Alavanca cria grupo de corrida para colaboradores

A Construtora Alavanca iniciou, no final de 2013, mais uma atividade em prol da saúde e do bem-estar dos seus colaboradores. Desta vez, o foco era combater o sedentarismo entre a equipe que atua na sede administrativa, localizada no Campolim. “Sob a supervisão dos profissionais do Studio RunUp, passamos a oferecer esse benefício aos 34 colaboradores da administração”, conta Juliana Castro, responsável pelo departamento de Recursos Humanos da Construtora Alavanca.

O grupo se reúne na pista de caminhada do Campolim. “Os treinos são personalizados”, explica Juliana. Dessa forma, apesar de o objetivo principal ser a prática da corrida, cada um se desenvolve a partir das suas condições físicas, sobretudo as cardiorrespiratórias. “A faixa etária dos participantes varia dos 20 aos 40 anos e é natural, independentemente da idade, que cada um esteja em um estágio diferente em relação à prática de exercícios”, observa.

Após os treinos, os membros do grupo vão ao escritório, onde tomam banho, trocam suas roupas, tomam o café da manhã oferecido pela empresa e começam a trabalhar. “Notamos que o bem-estar deles aumentou. Alguns já perderam peso e a disposição para o trabalho cresceu”, comemora Juliana.

Segundo as colaboradoras Melissa Tambelli Diniz Romera estagiária de engenharia civil; Acsa Louize da Silva Cardoso, do departamento de Atendimento ao Cliente; e Raiele Aparecida Pereira, do departamento Comercial, o grupo é um grande incentivo à prática de atividades físicas. “Achei uma boa oportunidade, que faz muito bem para a saúde”, elogia Melissa. “Com a vida agitada de trabalho e estudos, não tinha tempo para me exercitar; mas, neste grupo, um apoia o outro”, complementa Acsa. “Fiquei muito contente com o incentivo da empresa. Dá mais energia e disposição para o dia a dia”, acrescenta Raiele.

A professora do grupo, Pricylla Chaves Miguel, garante que a evolução da equipe já é considerável. “Iniciamos com a tradicional caminhada. Agora, já temos integrantes correndo e outros fazendo a caminhada mais pesada. O progresso depende de cada aluno”, explica. “Os benefícios da prática de atividades físicas estão na melhora cardiovascular, no controle do peso, na saúde do sono, na boa alimentação e na disposição”, ressalta. “Estou muito contente por ver o empenho deles. Existe uma grande dedicação e determinação de cada um.”

Coincidentemente, a iniciativa da Construtora Alavanca vem ao encontro do objetivo que o Seconci-SP (Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo) estabeleceu para 2014: a saúde física dos trabalhadores da construção civil.

O Studio Run Up, fundado em Sorocaba no ano de 2002, é pioneiro na assessoria esportiva no ramo de corridas na região. Desde então, tem participado de provas no Brasil e em diversos países, como as maratonas de Paris, Nova Iorque, Mônaco, Buenos Aires, entre outras.

Para atingir sua meta, a RunUp oferece assessoria personalizada, levando em consideração os limites e o tempo disponível de cada participante e auxiliando na busca e manutenção de um condicionamento físico saudável.

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01/1/2014 Construtora Alavanca pavimenta avenida em frente ao EcoPark

Construtora Alavanca pavimenta avenida em frente ao EcoPark

A Construtora Alavanca concluiu as obras de pavimentação de asfalto em frente ao empreendimento Residencial Eco Park, localizado em uma área de, aproximadamente, 230 mil metros quadrados, na Avenida Comendador Vicente do Amaral 3.055, no Central Parque. “Nos próximos dias, iniciaremos as sinalizações de solo”, adianta Fernando Stecca Neto, diretor da empresa. O investimento total no Residencial Eco Park beira os R$ 60 milhões e gerará 250 postos de trabalho diretos.

Devido à grandeza da construção, pode-se considerar que um novo bairro nascerá em Sorocaba. Os 360 apartamentos foram planejados e serão construídos totalmente pela Construtora Alavanca. Por isso, o novo trecho da Avenida Comendador Vicente do Amaral, com aproximadamente, 750 metros de extensão por sete metros de largura, é estratégico, para facilitar o acesso ao empreendimento.

“Ao todo, contando com a abertura, canalização de águas pluviais, asfalto e sinalização, investimos em torno de R$ 1.800.000,00, revela Fernando Neto. “Todos os recursos são exclusivos da nossa empresa”, reforça.

A Construtora Alavanca também construirá uma praça pública nessa área. “Os projetos iniciais contemplam paisagismo, iluminação e elementos que poderão ser utilizados pela população em atividades de lazer, recreação e em prol da saúde e do bem-estar”, antecipa Fernando Neto.

O lançamento oficial do empreendimento acontecerá dentro de 60 dias. Para atender os interessados, será construída no local a primeira central de vendas da Construtora Alavanca na cidade. Trata-se de uma concepção totalmente diferente dos tradicionais estandes. “Teremos um espaço que permanecerá em caráter definitivo, onde as pessoas conhecerão todos os produtos que a nossa empresa oferece”, finaliza Fernando Neto.

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01/1/2014 Alavanca marca presença em evento de alta tecnologia

No último dia 10, a Autodesk, empresa líder mundial na produção de softwares uitilizados na elaboração de projetos tridimensionais para as áreas de engenharia, construção civil, manufatura, entretenimento, recursos naturais e infraestrutura civil realizou um evento para divulgar a tecnologia BIM (Building Information Modeling). A Construtora Alavanca, primeira da região a investir nesse recurso tecnológico, participou do encontro e foi representada pelo engenheiro Maicon Augusto Tambelli.

Segundo Maicon o BIM é baseado na construção de modelos virtuais que possibilitam a troca de informações entre toda a cadeia da construção civil, desde fornecedores até o cliente final. “O governo está disponibilizando recursos para a implantação desta tecnologia e será criado um portal, com apoio do Exército Brasileiro e da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), para a padronização e criação de norma técnica para as bibliotecas”, adiantou.

Atualmente, as forças armadas brasileiras utilizam, em alguns de seus projetos, essa tecnologia, sobretudo para execução de projetos em 3D, com a compatibilização entre arquitetura, estrutura, instalações. Assim, e com o uso desse recurso tecnológico, conseguem minimizar os problemas decorrentes de interferências entre os estudos.


Sobre a tecnologia:


O BIM pode ser utilizado durante todo o ciclo de vida do empreendimento, incluindo a concepção, construção, gerenciamento e manutenção, pois abrange geometria, relações espaciais, informações geográficas, quantidades e as propriedades de construção. Dessa forma, o BIM permite a troca de informações de cada componente do projeto, aumentando a produtividade e reduzindo erros de compatibilização.

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01/1/2014 Construção civil passa pelo mesmo processo evolutivo que a indústria viveu há 50 anos

A construção civil brasileira vive um momento importante em sua história. “Esta é a primeira vez que as empresas do setor se estruturam organizacionalmente de uma forma similar às indústrias”, afirma Marcos Fialho, gerente do departamento de Engenharia da Construtora Alavanca. “A diferença é que, na indústria, esse processo ocorreu há 50 anos.”

Mas que mudanças são essas? Fialho destaca como marcantes os investimentos na criação e manutenção de setores como Recursos Humanos, Qualidade, Treinamento e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), por exemplo. “Aqui, na Alavanca, acompanhamos atentamente as novas tecnologias e equipamentos que surgem nos mais avançados centros mundiais”, conta. “Adotamos aquelas que consideramos úteis”, diz, referindo-se ao grupo de técnicos da empresa incumbidos de aceitar novas práticas. “Hoje, com as novas tecnologias, o prazo de entrega de uma obra reduziu-se em, aproximadamente, 40%. E o que é melhor: com mais qualidade e segurança.”

Treinar é preciso. Fialho revela que a Construtora Alavanca investe maciçamente em programas de capacitação da sua mão de obra. Além dos cursos, palestras e visitas voltados à área técnica, os últimos treinamentos tiveram um foco diferente: estimular o bom relacionamento entre os funcionários, outra prática comum nas indústrias. “Muitas vezes, o profissional que atua em um determinado setor não compreende as necessidades e dificuldades do colega que trabalha em outro”, exemplifica. “Na ânsia de desempenhar bem o seu papel, pequenos conflitos acabam acontecendo e, se a compreensão do contexto organizacional não estiver clara, eles podem se tornar grandes problemas”, reflete.

A Construtora Alavanca, segundo seu gerente de engenharia, está investindo nesse tipo de cursos tendo em vista o crescimento do seu quadro de colaboradores. “Atualmente, temos 550 trabalhadores. Até o final do ano, esse contingente deverá crescer mais 40% e, em 2014, acreditamos que nosso quadro total atingirá a marca de 1.200 profissionais”, projeta.

Na indústria, o setor de qualidade é outro componente organizacional indispensável. “Há muito tempo, as indústrias se preocupam em obter selos que garantem, perante seus clientes, suas boas práticas e a qualidade dos seus produtos”, pondera Fialho. “Na construção civil, somente agora essa preocupação se tornou latente.”

Quem entende sobre as exigências necessárias para a obtenção dos selos de qualidade – ao menos, os conferidos por instituições de reputação inquestionável – sabe a gama de procedimentos que devem ser adotados. “Quem se beneficia desse processo é, indiscutivelmente, o cliente final”, reforça Marcos Fialho.

Outro setor que tem merecido atenção especial nas construtoras é o de Recursos Humanos (RH). “Deixamos de ter um Departamento Pessoal, que, por definição, tem visão mais restrita ao cumprimento das exigências legais, para criarmos, há alguns anos, o Departamento de Recursos Humanos, que procura estabelecer e acompanhar a execução de políticas que valorizem, acolham e agreguem valores aos nossos colaboradores.”

De acordo com Marcos Fialho, as principais construtoras do País já se moldaram a essa nova forma de entender, gerenciar e manter seus negócios. Apesar de ambas pertencerem ao mesmo setor da economia – o secundário –, o que deu e dá certo na indústria não pode se tornar uma referência cega na construção civil.

“A construção civil é artesanal”, resume o gerente do departamento de Engenharia da Construtora Alavanca. “Enquanto na indústria os trabalhadores ficam postados, quase estáticos, em suas células de trabalho e o produto corre pela linha de produção, na construção civil o produto é, sem trocadilhos, imóvel e são os trabalhadores que ‘correm’ pelo canteiro de produção”, finaliza.

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01/1/2014 Crescimento imobiliário deverá ser ainda maior em 2014

Se o crescimento imobiliário constatado em Sorocaba nos últimos anos já impressionou, em 2014 deverá surpreender. Prova disso é que a Construtora Alavanca já se prepara para mais que dobrar o número de colaboradores, passando dos atuais 550 para, aproximadamente, 1.200 nos próximos meses.

Segundo Fernando Stecca Neto, diretor da empresa, em dezembro serão iniciadas as obras do Eco Park, um complexo com 360 unidades, que exigirá a contratação de, no mínimo, 200 trabalhadores da construção civil. Em 2014, iniciam-se outras importantes obras da Construtora Alavanca. Juntas, elas totalizarão mais de 1.300 unidades habitacionais e comerciais e deverão absorver mais de 500 profissionais.


Injeção de 23 milhões na economia local, só em salários


Considerando o ganho médio mensal de um trabalhador operacional da construção civil, que se situa na casa dos R$ 2.500, a economia de Sorocaba terá a injeção de quase 23 milhões de reais por ano, levando-se em conta apenas os proventos mensais e o 13º salário, projeta Marcos Fialho, gerente do departamento de Engenharia da Construtora Alavanca.


Secovi


Segundo estimativas de Cláudio Bernardes, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) em 2014 o mercado imobiliário deverá melhorar, com possíveis incentivos do governo federal para o setor. "A economia deve ir razoavelmente bem, mesmo que com incentivos artificiais".

Recentemente, Bernardes considerou que o crescimento do mercado depende da capacidade de equilíbrio entre oferta e demanda. Pelo lado da demanda, o presidente do Secovi-SP vê condições positivas, dada a falta de moradias associada ao crescimento da população, aumento na expectativa de vida e formação de novos arranjos familiares. "Hoje, nós produzimos 1,1 milhão de moradias por ano. Para atender a demanda na próxima década, vamos precisar construir 1,9 milhão", estimou, citando a conjuntura nacional.

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